domingo, 4 de janeiro de 2009

Textos escritos por: Priscila Machado


A Conversão de Zaqueu
Passando por Jericó, Jesus foi seguido por uma grande multidão (Lc.19.1). Naquela cidade morava Zaqueu, chefe dos publicanos, que eram os coletores de impostos para o governo romano. Se um cobrador ou fiscal de tributos já é mal visto pelos contribuintes, quanto mais aqueles que recolhiam o dinheiro de seus concidadãos para entregá-lo ao dominador estrangeiro. Se um publicano já era rejeitado pela comunidade, quanto maior ódio se manifestava contra o chefe da coletoria. Zaqueu queria ver Jesus, mas sua pequena estatura colocava-o em desvantagem diante da multidão. Mesmo saltando, talvez não conseguisse vê-lo. Se entrasse no meio do povo, corria o risco de ser pisoteado, principalmente sendo o “inimigo público número um”. Teve, então, a ótima idéia de correr na frente de todos e subir numa figueira brava. Podemos comparar a estatura de Zaqueu às nossas limitações pessoais. Talvez tenhamos bons desejos, boas intenções, mas estamos limitados e impedidos de realizá-los. Muitos querem conhecer Jesus e servir a Deus, mas não estão à altura do padrão divino. Então, buscam recursos naturais ou humanos para superar seus próprios limites. Zaqueu tinha uma alta posição pública, mas era fisicamente pequeno. Talvez sejamos grandes aos olhos das outras pessoas, mas intimamente sabemos quão pequenos somos, quão carentes e dependentes de Deus. Zaqueu tinha autoridade, riqueza e títulos, mas era falho em seu caráter.Aquele homem não estava enfermo, endemoninhado, desempregado, nem tinha problema financeiro. Ele não se encontrava em nenhuma das situações que normalmente levam as pessoas a procurarem Jesus. Contudo, ele precisava ser salvo. Todos precisam de Cristo, não apenas para resolver problemas imediatos, físicos ou financeiros, mas o problema da alma, que é o pecado, a separação de Deus e a perdição eterna. A árvore não resolveria o problema de Zaqueu. Ele veria Jesus apenas de longe. Não poderia tocá-lo, segui-lo, nem conversar com ele. Muitas pessoas imaginam que, por sua própria capacidade e esforço, possam conhecer Jesus ou agradá-lo. Quantos imaginam que a religiosidade ou as boas obras possam aproximá-los de Deus. De cima da árvore, Zaqueu viu Jesus, mas nada lhe restava a não ser observá-lo se afastando até desaparecer. Entretanto, Jesus olhou para cima e viu aquele homem. Jesus está em busca do ser humano, mais do que nós possamos buscá-lo. O Mestre se importa e toma a iniciativa. Ele se mostrou interessado em se comunicar com Zaqueu. Ele não apenas viu o chefe dos publicanos, mas lhe dirigiu a palavra. Jesus o conhecia, sabia seu nome, e falou com ele, dizendo: “Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa”. Cristo superou todas as expectativas daquele homem, deixando-o surpreso e maravilhado. Assim ele faz conosco.Zaqueu recebeu uma ordem de Jesus e obedeceu imediatamente. Ele tinha que descer daquela árvore e encarar a realidade. Ele podia parecer um homem alto, superior a todos, enquanto estivesse lá em cima, mas precisava descer e sentir-se pequeno novamente. Quase ninguém estaria disposto a visitar um publicano. Seria como entrar na casa de um político corrupto. O visitante passa a ser suspeito também. Entretanto, Jesus rompeu as barreiras do preconceito ao se hospedar naquela casa. Ele não queria apenas um contato casual na rua, mas uma comunhão mais íntima no aconchego do lar. Jesus quer ser nosso amigo íntimo e não apenas que o encontremos no meio da multidão. Ele está em nossa casa ou só o encontramos nas reuniões públicas?Jesus queria entrar na casa de Zaqueu, mas ele nunca o faria sem o devido consentimento. Então, Zaqueu o recebeu com alegria. Receber Jesus ou rejeitá-lo é uma decisão que cada pessoa deve tomar. Ele foi recebido, não apenas no lar, mas no coração daquele homem. Percebemos isso pelo regozijo daquele publicano. Naquele momento, Zaqueu se converteu. Como sabemos disso? Por causa das suas decisões e das ações que executaria. Ele resolveu dar metade dos seus bens aos pobres e devolver quadruplicado o que havia extorquido. Houve mudança de mente, de valores, de propósito, de vida. Isto é arrependimento e conversão. O homem comum só pensa em receber. O convertido pensa em dar e em devolver o que pertence a outrem. Se alguém conhece Jesus, mas continua sendo desonesto, explorador do próximo, mentiroso, corrupto, então não houve conversão. Converter é mudar. Se não houve mudança de direção na vida, então a pessoa continua andando para o inferno, apesar de ter visto Jesus no meio do caminho. Jesus entrou na casa de Zaqueu e toda a sua família pôde conhecê-lo. Cristo quer alcançar as famílias, abençoar os lares e restaurar os casamentos. Disse então Jesus: “Hoje veio a salvação a esta casa, porquanto também este é filho de Abraão” (Lc.19.9).Zaqueu era rejeitado e excluído pelo povo, mas Jesus o incluiu no seu plano de salvação, ao dizer: “também este”. Da mesma forma, Ele inclui e considera a cada um de nós como pessoas importantes diante do Pai celestial. Certamente, ninguém acreditava que Zaqueu pudesse se converter, mas Jesus acreditava. Ainda que todos nos rejeitem, Deus nos recebe. Ele acredita em nós e quer nos transformar em cidadãos do reino dos céus. Zaqueu não merecia ver Jesus, muito menos ouvir a sua voz, receber a sua visita e ser salvo. Nenhum de nós merece as dádivas de Deus, mas ele no-las dá por sua infinita graça. O povo que ficou do lado de fora começou a murmurar pelo fato de Jesus ter se hospedado na casa de um pecador. Até parece que os outros que ali estavam não eram pecadores. Quando apontamos o outro como pecador, esquecemos de olhar para os nossos próprios erros. Se não os reconhecemos, não arrependemos e não somos perdoados. Zaqueu não acusou ninguém, mas reconheceu seu próprio pecado e resolveu mudar.Certamente, havia ali muitos religiosos que se consideravam superiores. Achavam que estavam perto de Deus. Contudo, tinham atitudes contrárias a Jesus, resistindo suas palavras e questionando suas ações. Por isso Jesus disse que os publicanos e meretrizes entrariam no reino de Deus antes dos religiosos (Mt.21.31). Aquele era um dia especial. Jesus estava ali e um pecador se arrependeu. Entretanto, aquele povo não se alegrou com isso, e ainda murmurou contra Jesus porque ele não se comportava de acordo com os preconceitos vigentes (Lc.19.7). Precisamos tomar cuidado para não termos atitudes erradas diante dos atos de Deus. Não podemos ser murmuradores, mas adoradores, reconhecendo as maravilhas que Jesus tem feito. “Hoje veio a salvação a esta casa”. Zaqueu foi salvo e, talvez, toda a sua família também tenha sido. A salvação é o principal propósito do evangelho (Rm.1.16). Jesus veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lc.19.10). Seu propósito não é dar riqueza a ninguém. Os valores do evangelho são espirituais e eternos. Não podemos reduzi-los a uma visão materialista e temporária. Zaqueu foi salvo, mas os murmuradores não foram. Nenhum deles convidou Jesus para entrar em sua casa ou em seu coração. Hoje, Jesus fala a cada um, chamando pelo nome. Ele nos manda descer do nosso orgulho e recebê-lo com alegria. Convide-o para entrar em sua casa, em sua vida. Seja transformado. Seja salvo. “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” (Ap.3.20).

Textos escritos por: Priscila Machado

Andando sobre as águasCerta vez, Jesus mandou que seus discípulos fossem adiante dele para o outro lado do Mar da Galiléia. Então, o Mestre despediu a multidão e foi ao monte orar (Mateus 14.22). Em princípio, esta não seria uma situação complicada para os 12, porque alguns deles eram pescadores experientes e sabiam navegar muito bem. Além disso, a visibilidade era boa, pois o dia ainda estava claro. Certamente, poderiam atravessar o mar sem que Jesus estivesse com eles. O início da viagem parece ter sido tranqüilo. Contudo, o tempo passou e a tarde chegou (14.23). De repente, começou uma ventania e o mar ficou bravio (14.24). A noite caiu e eles não conseguiam chegar ao outro lado. Já estavam no meio do mar, mas o vento contrário não os deixava avançar. Viram-se então em apuros, em perigo, correndo risco de naufrágio e morte. Podemos comparar esta cena às nossas vidas ou algum momento vivido. Temos tantos alvos, propósitos, objetivos. Queremos chegar a algum lugar, alcançar a concretização dos nossos sonhos e projetos. No primeiro momento, pensamos que conseguiremos sozinhos, por conta própria. Afinal, somos fortes, capazes e experientes. Sabemos aonde vamos. Conhecemos a rota, os remos, as velas e a maré. Entretanto, o tempo passa e a tempestade vem. A noite chega e os ventos se tornam contrários. Os impedimentos se multiplicam e muitas forças querem nos impelir na contramão dos nossos planos. Quando procuramos a ajuda dos nossos amigos, vemos que todos estão no mesmo barco e na mesma dificuldade. No meio do mar revolto, os discípulos perderam o controle da embarcação, que era arremessada pelas ondas de um lado para o outro. Porém, o texto nos diz que, na quarta vigília da noite, depois das 3 horas da madrugada, Jesus foi até eles (Mt.14.25). O Mestre não os abandonou. Vemos naquele versículo a manifestação da misericórdia divina. Todavia, eles podem ter questionado: por quê Jesus demorou tanto? Nossa idéia de tempo é diferente da idéia que Deus tem. Afinal, ele vive na eternidade. Nós vivemos na ansiedade. Queremos tudo imediatamente. Esperar é um sacrifício, principalmente para o homem moderno. Muitas vezes, Deus não nos socorre imediatamente porque ele tem um propósito nisso. É o tempo necessário para valorizarmos mais a sua presença, clamando pelo seu nome em oração. Enquanto isso, esgotam-se as nossas forças, nossos recursos e nossa auto-confiança. Somos desafiados a crer somente nele. Jesus vem ao encontro daqueles que estão no meio da tempestade, perdidos, amedrontados ou até desesperados. Muitos momentos da vida se parecem com aquela situação dos discípulos. A tormenta de cada um pode ser o conflito conjugal, a separação, a solidão, a enfermidade, o desemprego, o aperto financeiro, a falência, etc. Nesse momento difícil, é preciso erguer os olhos e ver Jesus (14.26). Ele é a nossa única esperança. Cristo vinha andando sobre o mar, pisando sobre aquilo que os discípulos temiam. Ele é soberano, domina sobre todas as coisas e supera todas as nossas expectativas. Os discípulos o viram, mas não o reconheceram. Jesus então lhes disse: “Tende bom ânimo. Sou eu. Não temais.” (14.27). Eles estavam amedrontados e desanimados, mas o Senhor lhes trouxe a sua palavra para encorajar, erguer e animar. Ainda hoje, este é o efeito da palavra de Deus sobre nós.Pedro, o mais atirado do grupo, disse a Cristo: “Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas” (14.28). E ele lhe disse: “Vem” (14.29). Jesus veio até nós, mas nós também precisamos ir até ele, ou seja, ele nos socorre, mas nós precisamos crer e aceitar a sua ajuda. Não vamos esperar que ele resolva tudo sem o nosso conhecimento ou sem a nossa participação. Pedro precisou sair do barco e caminhar até o Mestre. Apesar de toda a complexidade da situação, os discípulos ainda confiavam no barco. Precisavam confiar apenas em Jesus. O barco é aquele último recurso terreno que nos impede de caminhar com o Senhor. Precisamos descer, renunciando àquilo que nos prende. Pedro desceu, mas 11 discípulos continuaram a bordo. A maioria não foi tão longe. Todos queriam o Mestre, mas não estavam dispostos a correr grandes riscos para se aproximarem dele. As maiores experiências com Deus estão reservadas para aqueles que são mais ousados. Isto não significa fazer qualquer loucura, mas apenas atender à palavra de Deus, saindo da zona de conforto e indo além dos limites humanos. Pedro ouviu a voz do Mestre dizendo: “Vem”. Sobre a palavra de Jesus, Pedro depositou sua fé. Além de crer, ele também agiu. Temos então: palavra, fé e ação. O resultado é o milagre. Aos olhos humanos, a ação de Pedro era um suicídio, perda total, o fim. Contudo, aquele ato de fé era o início de uma jornada extraordinária. Jesus não arrancou Pedro do barco. Ele precisou demonstrar o exercício de sua própria vontade ao descer e caminhar. Era uma questão de escolha, decisão e iniciativa. Da mesma forma, Jesus continua chamando a muitos. Ele diz: “Vem”. Ele nos chama para uma vida sobrenatural, para andar sobre as águas. Pedro andou (14.29). Ali aconteceu o imprevisível, improvável e impossível. Pedro encontrou segurança e firmeza no meio da instabilidade. Se você crê em Jesus, o impossível pode acontecer. Deus pode trazer soluções inimagináveis. Contudo, isto não se concretiza simplesmente a partir da nossa vontade, embora possamos pedir, como Pedro fez. O fator determinante é uma palavra de Jesus a nosso favor. Se cremos na palavra de Deus e agimos de acordo com ela, em obediência, o sobrenatural acontece. Pouco depois de descer do barco, tendo dado alguns passos sobre as águas, Pedro começou a afundar (14.30). Por quê isso aconteceu? Está escrito que ele “sentiu o vento forte”. O que percebemos com os sentidos físicos pode ser contrário à fé. Para andar com Jesus não podemos depender de sentidos ou sentimentos. Vamos sentir, ver e ouvir muitas coisas contrárias, mas a nossa fé está firmada na palavra de Deus. O fato de Pedro ter começado a afundar nos mostra a fragilidade humana, até mesmo dos grandes homens de Deus. Todos os apóstolos viram que Pedro não era infalível nem igual a Jesus, mas dependente dele. Assim, a nossa fé não pode depender dos servos de Deus que conhecemos hoje ou daqueles que já morreram. Quando começou a afundar, Pedro clamou pela ajuda de Jesus: “Senhor, salva-me” (14.30). Não adiantaria pedir ajuda a outra pessoa. Pedro clamou ao Senhor e foi salvo da morte. Da mesma forma, em se tratando de salvação das nossas almas, só Jesus pode nos ajudar, pois só ele é o Salvador. Está escrito: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Rm.10.13). Naquele momento, todos os discípulos foram salvos, porque Jesus entrou no barco e o ventou cessou. Aquela circunstância tão adversa foi útil para que eles conhecessem um pouco mais sobre Cristo, seu poder e sua divindade (14.33). Assim acontece conosco. Deus permite que passemos por situações difíceis para que tenhamos novas experiências pela fé e o conheçamos um pouco mais. Teremos, então, novos motivos para louvá-lo e adorá-lo. O versículo 34 nos diz que eles chegaram ao outro lado do mar. Sozinhos não conseguiriam, mas, com Jesus no barco, a chegada é garantida. Não vamos desistir nem naufragar. Muito além de alcançar nossos objetivos neste mundo, o mais importante é que, com Jesus, chegaremos ao reino celestial e com ele viveremos eternamente.
Na Fé,
Priscila Machado

sábado, 20 de dezembro de 2008

Mulher de Deus

A verdadeira Mulher de Deus sabe o verdadeiro significado das palavras: provações e tentações sabem por quê? Porque elas já passaram por muitas coisas. Um exemplo vivo disso são as esposas de pastor que para chegar aonde elas já chegaram elas já passaram por muita coisa, por um processo enorme de dificuldades ao longo da estrada de suas vidas. Muitas obreiras namoram homens da própria igreja e para elas são''Homens de Deus''. Não sabendo elas que estão namorando um leão disfarçado de oncinha. A maioria das obreiras sonham em fazer a obra no altar e se casar com um grande homem de Deus,mais não param para pensar na conseqüência que um namoro não sendo de Deus pode ocasionar na vida dela.Na minha opinião a mulher tem que se dar respeito,sendo ela evangélica ou não.Já imaginou as obreiras que querem fazer a obra no altar,fazendo coisas que aos olhos de Deus são erradas.Depois eles terminam o namoro e ai?O que ela aprendeu dentro do relacionamento?Nada!Agora me diz de verdade, ele era nascido de Deus ou não para você?Querido (a) saiba de uma coisa quando você e do mundo o diabo nem meche com voce, sabe por quê?Porque você já esta fazendo a vontade dele. Agora quando você se converte ao Senhor Jesus de fato e de verdade e larga Mao da sua própria carne para segui-lo,você e tentado de todos os lados possíveis e os impossíveis também.Deixar sua carne e segui-lo significa:se você bebe,não beba mais.se você fuma,não fume mais.se você se prostituía,não se prostitua mais.se você mente,não minta mais ,em fim isso e abrir Mao de sua pro pia carne seguir o Senhor Jesus.Você tem que deixar de fazer as suas vontades e começar a fazer as vontades de Deus.Daí então você começa a ser perseguido pelo diabo,porque ele não admite perder a sua alma para o Senhor Jesus.Ele faz absolutamente de tudo para você voltar para o mundo e fazer coisas piores do que você fazia.Então saiba que se o seu sonho é fazer a obra no altar e servir a Deus de coração,não de ouvidos a pessoas negativas que vem ate você querendo te desanimar,não de ouvidos a ela.E lembre-se que se você tem esse desejo é porque o próprio Deus já o colocou dentro de você.E não pense que ser esposa de pastor é fácil porque não é,a cada dia tem uma prova nova que vocês tem de ser fortes para poder passar por ela juntos.Nem sempre as esposas de pastor vão morar em catedrais,se você pensa que vai casar com um pastor e vai morar em uma catedral,me desculpe lhe informar mais você esta plenamente enganada,tem pastores que vão para interiores e La não em nem lugar para o pastor e sua esposa,passam o maior aperreio pelo nome do Senhor Jesus.Com toda a sua sinceridade,depois de ler isso você ainda quer fazer a obra de deus no altar?Se for isso mesmo que quer amiga, vai em frente que Deus é com você, e lembre-se La na frente que Deus esteve sempre ao seu lado te segurando nas mãos e não te deixando cair porque ele tem planos maravilhosos para sua vida. Então não desista e lembre-se que se você tem esse desejo de fazer a obra no altar e por que o próprio Deus o colocou dentro de você. Porque o mesmo que tem o poder de colocar o desejo dentro de você é o mesmo que tem o poder de realizar. Creia nos planos de Deus na sua vida e todos os seus sonhos se tornarão realidade. E se você ainda não achou o homem de Deus que o senhor preparou para você não se apresse você não achou porque Deus ainda esta preparando ele para você!Quer uma dica amiga? Ore nos seus olhos e diga assim para Deus: Meu Deus me de visão. Essa é a melhor oração para podermos enxergar o que nossa carne não consegue enxergar só o nosso espírito. E peca também para Deus te dar visão todos os dias e em todas as áreas de sua vida!E não desista do que você quer, jamais...Priscilla machado